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Arquivos por Categoria: chocolate

trocadilho da melhor estirpe rock’n'roll para designar outra tentativa de dar andamento às amoras e framboesas do quintal desta feita com chocolate libidinoso em dois andares

Useless information n.º 45275: as cerejas em calda são descoloradas, e depois coradas artificialmente de vermelho.

O domingo tem manteiga, farinha e açúcar. E chocolate.

Na minha cozinha, durante o fim-de-semana.

Bacalhau com grão e crosta aromatizada com ervas

 

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Gelado de chocolate amargo com raspas de chocolate branco

 

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Uma vez almocei com uma vizinha blogueira das andanças culinárias. E na casa dela era como na minha. Entre a comida estar pronta e se poder começar a comê-la ia uma grande distância. Umas trezentas mil fotos. Até uma, pelo menos, ser satisfatória.

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Para além de ser um livro lindo na forma (se o virmos de perfil, as páginas são douradas) é uma compilação fabulosa de 300 receitas que incluem proezas dignas do Guiness e coisas absolutamente fazíveis (a larguíssima maioria). As bolachas do post anterior são daqui.

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…o nome de uma música da banda sonora dos Morangos?

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Bolachas feitas com a ajuda empenhada de uma oompa loompa que precisava de um banco para lamber o chocolate da tigela.

200 gramas de farinha, 75 gramas de avelãs picadas, 50 gramas de cacau, uma pitada de sal, 125 gramas de manteiga, 150 gramas de açúcar mascavado, 2 ovos (1 separado), 50 gramas de avelãs grosseiramente partidas.

 

Juntam-se e mexem-se os secos: farinha, sal e cacau. A manteiga, amolecida, é batida com o açúcar até se tornar cremosa. Juntam-se um ovo e uma gema, as avelãs. Mistura-se tudo e vai ao frigorífico em película aderente durante meia hora. Depois, dá-se-lhes a forma de corações, pincelam-se com a clara ligeiramente batida e polvilham-se com as avelãs partidas grossas. Vão ao forno a 180º até estarem firmes. Se a memória não me falha, foi um quarto de hora.

Como toda a gente sabe, qualquer trintão que se preze faz massa areada doce em grandes quantidades e congela-a em porções individuais. 

Para emergências que só quem seja viciado em chocolate pode compreender.

Neste caso – em vez de usar uma base de 26 cm, usei duas mais pequenas e fiz tartes individuais. Sendo que “individual” me tem parecido uma medida pouco universal.

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Estende-se a massa areada doce e leva-se ao forno numa base de 26 cm, com feijões por cima do papel vegetal. Forno a 200º, 10 minutos. Sem feijões e sem papel mais 5. Depois, derretem-se 150 gr de chocolate com um teor de cacau honesto (para cima de 60%), com igual quantidade de manteiga sem sal; batem-se quatro ovos, juntam-se 200 gramas de açucar, 75 de fermento e junta-se ao chocolate. Espalha-se sobre a massa e vai ao forno até ficar com a consistência desejada (mínimo 20 minutos).  No final, polvilha-se com cacau.

A massa areada doce leva 200 gramas de farinha sem fermento, uma pitada de sal, 70 gramas de manteiga sem sal, 80 gramas de açúcar, um ovo e umas gotas de essência de baunilha.

Esta receita veio do livrinho da Cordon Bleu dedicado às sobremesas. Foram os 2.96€ mais bem gastos dos últimos tempos.

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