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Arquivos por Categoria: verdes

já deve estar fora de moda o farmville. mas da última vez que levantei os olhos da tese ainda se usava.
a minha horta está agora em grande. este ano com quatro variedades de tomates.

Este ano tenho uma larga colheita de abóboras. Devem ser uma dúzia.
PS: Alguém sabe de maneiras eficazes de expulsar toupeiras? Politicamente correctas ou não; com ou sem carinho. Já estou disponível para ouvir de tudo.

A colheita de ontem. Pimento, beringela, curgete, tomates, a última maçã, rúcula, tomilho e umas framboesas retardatárias.

O meu quintal tem dado amoras e framboesas em barda. Comem-se à mão-cheia ou em queques. As framboesas e estas amoras são plantas invasivas. Precisam de um espaço limitado, ou então sentem-se demasiado em casa. Mas são óptimas porque não precisam de cuidados absolutamente nenhuns.

É primavera na minha horta. Os cravos túnicos são um repelente natural de muitas pragas. Tenho-os espalhados pelo jardim para proteger o aipo e as favas. A propósito, tenho experimentado uma fermentação de urtigas também chamada de chorume e tem dado bons resultados enquanto insecticida.

As vagens das minhas favas têm entre 30 e 40 centímetros de comprimento, o que é um fenómeno do Entrocamento.  Ou é do amor que lhes dou(!) ou abusaram das vitaminas. Renderam uma favada absolutamente divina, depois de uma manhã ao sol a apanhá-las e a descascá-las.

Ah! E depois há o tomilho em flor e tudo o resto. Acho tudo maravilhoso. Sim, é possível que o pólen me esteja a afectar. Vou dar no claritine.

Em grande forma na minha horta estão o tomilho e as favas. Estas – as primeiras favas da minha lavra, vão render, além de sopa, umas míticas favas com chouriço.

no meu quintal há um piri-piri. e no piri-piri há um gafanhoto.

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Farto de ervas daninhas, de contas de água importadas do Dubai, e para mostrar que eu não gostava do Groundforce só pela Charlie Dimmock, resolvi tratar da saúde ao meu quintal. Tinha terra a mais, o que resultava num abuso de ervas daninhas nos espaços sem cultivo e tinha uma inclinação ligeira que dificultava a racionalização da água.

Primeiro passo: tirar ervas daninhas. Fácil. Segundo, tirar todas as plantas que estivessem no sítio onde as lajes vão ser colocadas. Fácil. Terceiro, nivelar o solo. Até agora, médio – dois voltarens. Quarto, cortar, tratar e aplicar as tábuas que farão os canteiros. Médio. Quinto, levar as lajetas até ao local no carrinho. Fácil. Mas só uma de cada vez. Porque se juntar três delas, acho que são mais pesadas do que eu. Sexto, começar a acertar a vedação…

Bom, isto vai devagarinho. Os próximos capítulos trarão considerações estéticas sobre jardins e hortas, marcenaria e blind tests a diversas marcas de AINEs.

 

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Vendo bem, havia muitas fotos penduradas na minha máquina.

O meu doutoramento pode não avançar uma linha. Mas o meu jardim avança todos os dias.

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São lindos, de manhã cedo.

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A minha primeira fornada de curgetes. Acho que se ficasse meia hora lá sentado as ouvia crescer. E as flores, vou comê-las fritas.

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As flores das minhas abóboras

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